Produção do espaço
O arqueólogo Andrés Currás analisa criticamente as diversas teorias sobre o chamado “feísmo” galego que têm surgido nas últimas décadas, nomeadamente as que o reinterpretam como expressão popular face a modelos impostos polas elites. Neste artigo, o autor propõe ainda uma leitura arqueológica que entende o feísmo como marca material do trauma causado pola modernidade capitalista no rural galego.
Os megaprojetos modelam o espaço que habitamos, tornando grandes pedaços do nosso território em parques para o consumo. A empresa iniciada pelo vazquismo no porto da Corunha é um exemplo; Iago Martínez deita uma olhada crítica sobre a sua história e mostra a oposição popular com que bateu.
Após catro décadas de políticas de erradicación do chabolismo na Galiza, o desmantelamento de asentamentos precarios expulsou a poboación xitana cara novas periferias. Cristina Botana analiza estas políticas como um xeito de urbanismo segregativo: a expresión da colonialidade interna cara o Pobo Xitano.


