Política
Em resposta ao artigo publicado polo Pablo Pesado no Caseto, Guillermo Queiro critica a concepção negativa da nação defendido por aquele e enfatiza a necessidade de enraizar a autodeterminação nacional na luta do proletariado galego.
Neste texto, Pablo Pesado concebe a nação como um processo histórico em contínua construção. Critica tanto a abstração classista que dilui o nacional quanto as visões essencialistas que o encerram no passado. Propõe pensá-la a partir de Adorno: aberto ao futuro e à sua própria negação, mas contrário tanto à reificação identitária quanto à sua dissolução num proletariado abstrato.
Existe um paralelismo entre as escolhas relacionais das protagonistas desta tragicomédia e as possibilidades políticas para a Galiza? Por que Castelao não explicitou nunca o objetivo desta obra moralizante? O escritor Alberto Lema questiona e propõe uma nova leitura de uma das peças teatrais mais populares da nossa literatura.
Como pode ser que o marxismo careça ainda de uma visão sólida do ser humano? Neste artigo, Daniel Barral reflexiona em torno aos entraves históricos da antropologia marxista e às vias actuais para o seu desatolamento.
Após ter criado um debate à volta dos modelos interpretativos da relação Galiza-Espanha, o economista Pedro M. Rey-Araújo pretende valorizar o quadro da marxiana Crítica da Economia Politica. Em resposta a Pena e Seijo, o autor traça a sua proposta para a construção de um sujeito político capaz de atingir o controlo democrático e coletivo da reprodução social.




