Nação
Em resposta ao artigo publicado polo Pablo Pesado no Caseto, Guillermo Queiro critica a concepção negativa da nação defendido por aquele e enfatiza a necessidade de enraizar a autodeterminação nacional na luta do proletariado galego.
Neste texto, Pablo Pesado concebe a nação como um processo histórico em contínua construção. Critica tanto a abstração classista que dilui o nacional quanto as visões essencialistas que o encerram no passado. Propõe pensá-la a partir de Adorno: aberto ao futuro e à sua própria negação, mas contrário tanto à reificação identitária quanto à sua dissolução num proletariado abstrato.
Oferecendo um percorrido pessoal da evoluiçom da casa labrega própria, a Maria Osório historiza os processos de desertizaçom e desprestígio do mundo agrário galego nos séculos XX e XXI, apontando para um ciclo presente ciente dos vícios do mito desarrollista
No mes do Orgullo LGBT+, a historiadora Daniela Ferrández Pérez repasa corenta anos de mobilizacións das disidentes sexuais galegas, na procura de igualdade de dereitos.
Umha das críticas mais doadas a qualquer prática transformadora é a esteticista ou formalista. Qualquer abandono das formas identitárias do grupo militante em funçom do sucesso comunicativo resulta um alvo idóneo para o ataque. Neste artigo de opinióm, César Caramês escreve sobre estratégia, comunicação e o atual debate sobre as bandeiras no nacionalismo galego.
Foi o paradigma do atraso unha creación da burguesía portuaria galega que tivo no negocio da emigración a súa acumulación primitiva? Isidro Dubert analiza a importancia da emigración como mecanismo de dominación.
O que é a espanholidade? E como tem funcionado como um dispositivo de controlo, estrutural ao Regime do 78? Neste artigo, Borxa Colmenero propõe uma análise da espanholidade como, ao tempo, campo e mecanismo para a produção de subjetividades dóceis à governança neoliberal pós-franquista






