Militância
O artigo de Dani Palleiro e Inés Merayo continua o debate em curso sobre organização e modelos de militância no Caseto da Clara Corbelhe, propondo repensar a militância política na Galiza desde o anarquismo social, com perfis diversos, estruturas flexíveis e um modelo de militância dual para fortalecer organizações populares e duradouras
Seguindo a esteira de anteriores artigos publicados no Caseto sobre compromisso e militância, a ativista animalista Mónica Pérez Arias explica neste as circunstâncias que a levárom a militar em grupos organizados. Além disso, apresenta um panorama da história e a presença de organizações antiespecistas na Galiza.
Além das características específicas das diferentes vertentes anticapitalistas, que dinâmicas e problemáticas são compartilhadas por toda a militância na Galiza? Que passos podemos empreender em comum para tentar atalha-las? Este artigo é uma síntese de conversas entre persoas novas na militância e tenta começar a dar resposta a estas questões.
Este artigo do Jorge Seijo contribui paro debate sobre os modelos de militância na Galiza através duma abordagem partidista em oposição às apostas fronte-populistas e movimentistas que dominam a situação atual
No primeiro artigo do Caseto de 2025, Antom Santos contribui para o debate em curso sobre modelos de militância na Galiza, colocando questões fundamentais sobre as suas possibilidades e manifestações no momento contemporâneo
Seguindo os artigos anteriormente publicados no Caseto de Ximena González e José João Rodrigues, David Soto reflete sobre a questão organizacional e os modelos militantes contemporâneos.
A desmobilização social em que vivemos, está relacionada com os modelos de militância que praticamos? Que atitudes podemos adoptar diante dela? José João Rodrigues contesta a análise de Ximena González e traça novas linhas para o debate.
As feministas comunitárias de Guatemala trabalham desde há uma década na ideia de que o futuro já foi e que é no nosso pasado que podemos achar as ferramentas políticas para a transformação social, tanto a nível de práticas políticas como de relacionamento com o território. Este artigo faz uma modesta reflexão sobre se também no caso da militância e das formas de intervenção social o presente e o futuro passan por olhar para o passado.
A fraqueza dos estudos da cultura na Galiza tem deixado um grande vazio na observação da literatura como fenómeno social. Xian Naia, na ideia de que esse vazio deve ser preenchido, faz uma apresentação e análise de um –já histórico– evento literário impulsado por uma comunidade militante: o Festival de Poesia do Condado.
Há futuro para a vida militante? E se é assim, em que novos jeitos se manifesta ou enxerga? Som o anonimato, o trabalho abnegado e a diluição própria no ideal coletivo ainda princípios atingíveis para a militância contemporânea? Antom Santos escreve neste artigo de opinião sobre os modelos histórico









