História
A gráfica comercial é também um lugar de memória que dá conta da vulnerabilidade dos nossos bairros face à gentrificação. Partindo do projeto 'Compostela (etno)gráfica', Aldara Cidrás reflete sobre os fenómenos transformadores da paisagem urbana da capital galega ao longo do último século.
Como é que são utilizados os símbolos da nossa pré-história hoje em dia? Que papel jogam os petróglifos na Galiza do século XXI? Através da análise de diferentes casos, Tre García aproxima-se dos usos do património arqueológico e as imagens pre-históricas como ferramentas de construção da identidade corporativa galega.
Nos assassinatos perpetrados a causa do Golpe de Estado de 1936, que diferenças houve entre vítimas homens e mulheres? Diferentes modalidades foram aplicadas para a eliminação física dos objetivos humanos. Xabier Buxeiro chama a atenção para o interesse da perspetiva de género neste objeto de estudo.
Pode o projeto decimonónico de criar um relato histórico galego ter-se saldado com um fracasso final? Que problemas metodológicos e empíricos leva encontrado desde o século XIX até hoje? Pablo Pesado recompila alguns deles para defender que a epistemologia nom é autónoma a respeito da política, e que a inserçom da Galiza no Estado Espanhol impede necessariamente culminar esse labor histórico com sucesso.
Oferecendo um percorrido pessoal da evoluiçom da casa labrega própria, a Maria Osório historiza os processos de desertizaçom e desprestígio do mundo agrário galego nos séculos XX e XXI, apontando para um ciclo presente ciente dos vícios do mito desarrollista
A historiadora Tamara López Fernández analisa a lexislación en materia de xénero durante periodos republicano e franquista, facendo unha reflexión a respecto da involución xurídica no ámbito da violencia de xénero e dos dereitos da muller, así como das súas manifestacións contemporáneas.
Que intereses e ideoloxías motivaron a creación en 1884 do Museo Arquelógico Gallego, situado no edificio que hoxe alberga o Instituto Rosalía de Castro compostelán? A investigadora Sabela López Pato analiza como igrexa, elites económicas e galeguismo converxían na inauguración dun fito na proto-institucionalidade cultural galega nacida do Rexurdimento.
Ao longo da historia, as habitantes da Galiza relacionáronse entre si e cos seus territorios de distintas formas, organizándose en comunidades de diverso tipo segundo as circunstancias. A través do exemplo de Casaio, Lara Barros ofrece neste artigo unha breve historia daquel relacionamento.







