Estratégia
Além da hipótese colonial de Beiras e da hegemónica de Rey-Araújo, há formas de pensar o enquadramento da Galiza na Espanha. Sergio Pena e Jorge Seijo propõem a volta à Crítica da Economia Política para superar conceções Estado-cêntricas.
As ferramentas com que analisamos a realidade têm implicações diretas na maneira como planificamos a nossa ação. No âmbito linguístico, continuam a reproduzir-se premissas herdadas de utilidade questionável. José João Rodrigues oferece a sua perspetiva a respeito, acompanhada de uma proposta alternativa.
En diálogo cos libros de recente publicación sobre decolonialidade, marxismo e territorio (Lois e Ahmet Akkaya 2020; Cairo e Sánchez Iglesias 2022), Javier de Pablo aborda a particular relación que tales conceptos adoptan na Galiza.
As eleições no Brasil não são para eleger Bolsonaro ou Lula, o legislativo também foi eleito e as consequências de 4 anos de governo Bolsonaro estão nas ruas, nas aldeias indígenas, na floresta, nas cidades e nos hospitais. Desde o Brasil, Diego Amoedo coloca algumas chaves à volta deste processo eleitoral.
Que postura debe manter a esquerda perante a institución familiar? Cal é a relación entre capitalismo e familia? Que vínculo hai entre a produción de mercadorías e a reprodución da vida humana? Por que a defensa da familia semella ser patrimonio da dereita? Pedro M. Rey Araújo analiza estas cuestións coa vista posta na intervención política.
Qual o género das autoras de poesia atuais? Que lugar ocupa a poesia nos catálogos das novas editoras? Como é que se relacionam com os prémios literários? Qual o equilíbrio tradição-importação-criação? Mediante uma aproximação empírica do subcampo da edição poética, Lucia Cernadas analisa as estratégias seguradas pelas editoras galegas nascidas no século XXI.
Umha das críticas mais doadas a qualquer prática transformadora é a esteticista ou formalista. Qualquer abandono das formas identitárias do grupo militante em funçom do sucesso comunicativo resulta um alvo idóneo para o ataque. Neste artigo de opinióm, César Caramês escreve sobre estratégia, comunicação e o atual debate sobre as bandeiras no nacionalismo galego.
A grande crise da segunda década do presente século tivo efectos no sistema galego de partidos, que ficara vinte anos inalterábel até o 2012. A aparición e clausura do ciclo político inaugurado por AGE abriu un tempo de innovación na esquerda galega, que precisa dunha análise delongada para aprendizaxes futuras.







