Estado
Nos assassinatos perpetrados a causa do Golpe de Estado de 1936, que diferenças houve entre vítimas homens e mulheres? Diferentes modalidades foram aplicadas para a eliminação física dos objetivos humanos. Xabier Buxeiro chama a atenção para o interesse da perspetiva de género neste objeto de estudo.
Pode o projeto decimonónico de criar um relato histórico galego ter-se saldado com um fracasso final? Que problemas metodológicos e empíricos leva encontrado desde o século XIX até hoje? Pablo Pesado recompila alguns deles para defender que a epistemologia nom é autónoma a respeito da política, e que a inserçom da Galiza no Estado Espanhol impede necessariamente culminar esse labor histórico com sucesso.
Após ter criado um debate à volta dos modelos interpretativos da relação Galiza-Espanha, o economista Pedro M. Rey-Araújo pretende valorizar o quadro da marxiana Crítica da Economia Politica. Em resposta a Pena e Seijo, o autor traça a sua proposta para a construção de um sujeito político capaz de atingir o controlo democrático e coletivo da reprodução social.
En diálogo co pensamento de José Luis Villacañas, David Rodríguez fai un sucinto percorrido histórico pola conformación antipopular do Estado español e propón a vía soberanista das nacións sen Estado como a mellor diagnose e saída para o «trauma España».
Além da hipótese colonial de Beiras e da hegemónica de Rey-Araújo, há formas de pensar o enquadramento da Galiza na Espanha. Sergio Pena e Jorge Seijo propõem a volta à Crítica da Economia Política para superar conceções Estado-cêntricas.
Por que non tiveron continuidade os éxitos acadados polas candidaturas municipalistas nas eleccións do 2015 na Galiza? Que resistencias ofreceron as institucións estatais e maís os blocos de poder locais?Os investigadores Adrián Búa e Jonathan Davies analizan as experiencias da Marea Atlántica e Compostela Aberta nos seus intentos de transformar a institucioanalidade existente.
Desde a chegada ao executivo español do PSOE e UP en 2018 parece estar a producirse un súbito interese estatal por Galiza. E con «estatal» refírome aos públicos localizados no Estado, mais tamén, e isto é especialmente relevante, ao Estado en si.






