Arquivo
Partindo da pesquisa da autora, este texto de María Gil Martínez propõe uma viagem pela arte gráfica galega focada nas suas próprias ausências. O seu objectivo é ajudar a estabelecer uma genealogia da memória artística colectiva galega a partir de um olhar de género.
A partir do estudo das fossas da violência fascista na Galiza, as historiadoras Uxía Otero e Conchi López colocam a seguinte questão: o que nos podem dizer os objetos pessoais e de vestuário encontrados nas fossas estudadas?
Que intereses e ideoloxías motivaron a creación en 1884 do Museo Arquelógico Gallego, situado no edificio que hoxe alberga o Instituto Rosalía de Castro compostelán? A investigadora Sabela López Pato analiza como igrexa, elites económicas e galeguismo converxían na inauguración dun fito na proto-institucionalidade cultural galega nacida do Rexurdimento.
Partindo do arquivo fotográfico do Museo Etnolóxico de Ribadavia e das fotografias de labregas galegas incluídas nele, a antropóloga Lucybeth Arruda (Universidade Federal Oeste do Pará) propõe uma reflexão interdisciplinar entre a antropologia, a fotografia e o gênero.



