Antropologia
O arqueólogo Andrés Currás analisa criticamente as diversas teorias sobre o chamado “feísmo” galego que têm surgido nas últimas décadas, nomeadamente as que o reinterpretam como expressão popular face a modelos impostos polas elites. Neste artigo, o autor propõe ainda uma leitura arqueológica que entende o feísmo como marca material do trauma causado pola modernidade capitalista no rural galego.
Como pode ser que o marxismo careça ainda de uma visão sólida do ser humano? Neste artigo, Daniel Barral reflexiona em torno aos entraves históricos da antropologia marxista e às vias actuais para o seu desatolamento.
A antropóloga Bibiana Martínez, estudosa dos efeitos que as regulamentações pós-covid estão a ter nas mulheres rurais galegas que vendem informalmente os seus produtos agrícolas às portas das praças de abastos galegas, propõe esta pergunta: Esta-se tentando acabar com esta prática tradicional e valiosa de mercado de proximidade na Galiza?
Cal foi o papel político da antropoloxía durante a Transición e o primeiro período autonómico? Pablo Pesado Rodríguez analisa neste artigo o boom da antropoloxía galega neste período e o papel ambivalente que xogou na conformación dun imaxinario entre o nacional e o rexional.
Partindo do arquivo fotográfico do Museo Etnolóxico de Ribadavia e das fotografias de labregas galegas incluídas nele, a antropóloga Lucybeth Arruda (Universidade Federal Oeste do Pará) propõe uma reflexão interdisciplinar entre a antropologia, a fotografia e o gênero.




