Pedro M. Rey-Araújo
As múltiplas crises contemporâneas são, segundo Pedro M. Rey Araújo, um reflexo do esgotamento secular do valor como forma dominante de riqueza social, e não do capitalismo. Portanto, o desenvolvimento histórico do capital, que poderia dominar o próprio planeta, cria também, pela primeira vez, as condições de possibilidade do comunismo para o bem.
Após ter criado um debate à volta dos modelos interpretativos da relação Galiza-Espanha, o economista Pedro M. Rey-Araújo pretende valorizar o quadro da marxiana Crítica da Economia Politica. Em resposta a Pena e Seijo, o autor traça a sua proposta para a construção de um sujeito político capaz de atingir o controlo democrático e coletivo da reprodução social.
Que postura debe manter a esquerda perante a institución familiar? Cal é a relación entre capitalismo e familia? Que vínculo hai entre a produción de mercadorías e a reprodución da vida humana? Por que a defensa da familia semella ser patrimonio da dereita? Pedro M. Rey Araújo analiza estas cuestións coa vista posta na intervención política.
Que efectos ten ubicar a praxe política do nacionalismo galego baixo as coordenadas da «hipótese colonial»? Pedro M. Rey Araújo, autor do libro Capitalism, Institutions and Social Orders: the Case of Contemporary Spain (Routledge 2021), propón unha reflexión (abertamente polémica) a respecto deste tema, co propósito de contribuír a un debate colectivo sobre a posibilidade dunha «hipótese hexemónica» para o movemento soberanista galego.



