Pablo Pesado
Neste texto, Pablo Pesado concebe a nação como um processo histórico em contínua construção. Critica tanto a abstração classista que dilui o nacional quanto as visões essencialistas que o encerram no passado. Propõe pensá-la a partir de Adorno: aberto ao futuro e à sua própria negação, mas contrário tanto à reificação identitária quanto à sua dissolução num proletariado abstrato.
Pode o projeto decimonónico de criar um relato histórico galego ter-se saldado com um fracasso final? Que problemas metodológicos e empíricos leva encontrado desde o século XIX até hoje? Pablo Pesado recompila alguns deles para defender que a epistemologia nom é autónoma a respeito da política, e que a inserçom da Galiza no Estado Espanhol impede necessariamente culminar esse labor histórico com sucesso.
Cal foi o papel político da antropoloxía durante a Transición e o primeiro período autonómico? Pablo Pesado Rodríguez analisa neste artigo o boom da antropoloxía galega neste período e o papel ambivalente que xogou na conformación dun imaxinario entre o nacional e o rexional.
Desde a chegada ao executivo español do PSOE e UP en 2018 parece estar a producirse un súbito interese estatal por Galiza. E con «estatal» refírome aos públicos localizados no Estado, mais tamén, e isto é especialmente relevante, ao Estado en si.



