Artigos
Seguindo o tema proposto no número 4 da revista Clara Corbelhe, sobre o papel das instituições na autodeterminação nacional galega, Carlos Lema, diretor da Fundación Euseino?, escreve sobre a oportunidade de criar 'instituições sen necessidade'.
Neste texto, a pesquisadora Laura Lesta García destaca a importância do humor gráfico como ferramenta política ao longo do século XX na Galiza. Especificamente, estuda o caso de Can sen Dono, referência do humor gráfico e literário galego na década de 1980
As cantareiras e a poesia popular oral protagonizam este ano a homenagem da RAG pelas Letras Galegas. sér vales explora a instrumentalização histórica do “folclore” no processo de construção cultural da nação e a sobrevivência do discurso folclorístico e das suas premissas essencialistas nas representações do galeguismo institucional contemporâneo.
Seguindo a esteira de anteriores artigos publicados no Caseto sobre compromisso e militância, a ativista animalista Mónica Pérez Arias explica neste as circunstâncias que a levárom a militar em grupos organizados. Além disso, apresenta um panorama da história e a presença de organizações antiespecistas na Galiza.
Além das características específicas das diferentes vertentes anticapitalistas, que dinâmicas e problemáticas são compartilhadas por toda a militância na Galiza? Que passos podemos empreender em comum para tentar atalha-las? Este artigo é uma síntese de conversas entre persoas novas na militância e tenta começar a dar resposta a estas questões.
Neste artigo, o investigador em educação ambiental Júlio Conde aborda as linhas discursivas necessárias para tirar o véu da narrativa dominante da transição energética, reivindicando um questionamento das relações de produção e consumo que estruturam as sociedades contemporâneas no capitalismo de livre mercado.
Partindo da pesquisa da autora, este texto de María Gil Martínez propõe uma viagem pela arte gráfica galega focada nas suas próprias ausências. O seu objectivo é ajudar a estabelecer uma genealogia da memória artística colectiva galega a partir de um olhar de género.
Este texto da Sofía Fernández González apresenta uma aproximação ao limiar raiano através do conto Liño. Por meio da análise literária do conto de X. L. Méndez Ferrín, propõe-se a fronteira no Couto Misto como um espaço de resistência às imposições idiomáticas, mas também como força telúrica de pertença ao entorno.
O capitalismo goza acumulando, ainda que isso nos conduza ao desastre. Assim sendo, como interromper o ‘mais-de-gozar’ em favor de novas formas de habitabilidade desejável sensíveis aos limites do planeta? O geógrafo Brais Estévez traz esta pergunta quando da nova marca 'Galicia refuxio climático' da 'Xunta de Galicia'.
Este artigo do Jorge Seijo contribui paro debate sobre os modelos de militância na Galiza através duma abordagem partidista em oposição às apostas fronte-populistas e movimentistas que dominam a situação atual
É tempo de trabalho coletivo de pesquisa transdisciplinar para entender o mundo e os nossos mundos. Elias J. Feijo Torres propõe neste artigo que a culturologia, integrando saberes e perspetivas, é um bom caminho sobre umha base laboratorial. Umha nova filologia faz falta para isso, que entenda as narrativas e seja capaz de explicar os seus modos e funcionamentos
No primeiro artigo do Caseto de 2025, Antom Santos contribui para o debate em curso sobre modelos de militância na Galiza, colocando questões fundamentais sobre as suas possibilidades e manifestações no momento contemporâneo










